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11 fevereiro 2019 - 08h36

Polícia Civil segue com as investigações do incêndio no CT do Flamengo

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Um incêndio no Centro de Treinamentos do Flamengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, matou dez adolescentes e feriu outros três. 
 
Perícia da Polícia Civil teve muitas dificuldades para identificar os corpos, mas finalizou o trabalho na tarde de ontem.
 
Como forma de homenagem, torcidas organizadas dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro se uniram neste domingo, no Maracanã, em uma corrente de orações. 
 
Entre os jovens feridos, um deles já saiu do CTI e foi transferido para o quarto, em um hospital particular no Rio de Janeiro. Cauan Emanuel, de 14 anos, se recupera bem e se aproxima de ser o primeiro jogador a ter alta.
 
Já Francisco Dyogo, de 15 anos, segue no CTI por apresentar dificuldades para respirar. Em uma entrevista curta, Francisco Pereira, pai do atleta, afirmou que ele está se recuperando bem.
 
Outro atleta ainda hospitalizado é Jhonata Ventura da Cruz, de 15 anos. Internado no Hospital Pedro II, ele está em estado grave e respirando por aparelhos. Jhonata teve 35% do corpo queimado e está sedado. Os médicos do Flamengo, Luiz Claudio Baldi e Gustavo Dutra, acompanham o atleta.
 
A Polícia Civil segue as investigações sobre o caso e devem ouvir integrantes da direção atual do Rubro-negro e da gestão anterior, comandada por Eduardo Bandeira de Mello.
 
A previsão é a de que as oitivas sejam realizadas e os dirigentes ouvidos o mais rapidamente possível. A polícia quer esclarecimentos sobre o projeto de construção do CT, estruturas provisórias e manutenção do local.
 
O objetivo é entender as causas do incêndio e apurar responsabilidades. Entre as dúvidas está o fato de o CT funcionar sem alvará, autorização do Corpo de Bombeiros e ter um alojamento em um local não determinado. 
 

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