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Café das 6
12 julho 2018 - 08h26

ONG revela que foram registrados 45 casos de sexismo e assédio contra mulheres durante a Copa do Mundo da Rússia

Houve a inclusão de três observadores pra analisar o comportamento dos torcedores e um sistema que permite ao árbitro paralisar a partida em caso de ofensas racistas ou homofóbicas.

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A Fare Network, ONG parceira da FIFA que monitora discriminação e racismo, informou que até o momento na Copa do Mundo foram registrados 45 casos de sexismo e assédio contra mulheres na Rússia. Desse total, 15 jornalistas foram atacadas e beijadas à força por torcedores. Mas a internet é uma ferramenta tem se mostrado uma grande aliada no combate ao machismo? Todas as ocorrências foram fora de estádios e foram registradas por meio das redes sociais. No entanto, esse número pode ser até dez vezes maior, já que muitos não são reportados ou denunciados. A Fifa e a Fare afirmaram que muitas das pessoas identificadas em atos de sexismo tiveram suas Fan ID (identidade do fã) canceladas. Esse documento é necessário pra acessar os estádios e também serve como visto de permanência na Rússia. Entre as medidas tomadas dentro dos estádios houve a inclusão de três observadores pra analisar o comportamento dos torcedores e um sistema que permite ao árbitro paralisar a partida em caso de ofensas racistas ou homofóbicas. No entanto, até agora, nenhum jogo foi paralisado por discriminação.

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