Campo Grande/MS
Café das 6
11 julho 2018 - 16h07

Entenda de que forma três brasileiras vão participar do Fundo Malala, que promove a educação

Malala Yousafzai foi vítima de um atentado do Talebã, em 2012, por insistir em ir à escola, uma atividade proibida pra meninas.

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Três brasileiras vão integrar a Rede Gulmakai, uma iniciativa do Fundo Malala que patrocina homens e mulheres que incentivam ou promovem a educação de meninas em vários países. O anúncio foi feito pela própria Malala Yousafzai, que fez sua primeira visita ao Brasil nessa semana. Pra quem não se lembra desse caso, a Malala foi vítima de um atentado do Talebã, em 2012, por insistir em ir à escola uma atividade probida pra meninas. Desde então, ela criou uma organização pra incentivar a educação de meninas em todo o mundo, e em 2014 se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz.

Vamos conhecer as ativistas brasileiras, então? A primeira é a Sylvia Siqueira Campos, de Pernambuco, presidente do Movimento Infanto-juvenil de Reivindicação (Mirim), com sede em Recife. A Ana Paula Ferreira de Lima, da Bahia, também foi selecionada: ela é uma das coordenadoras da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí), criada em 1979 pra "promover e respeitar a autonomia cultural, política e econômica e o direito à autodeterminação dos povos indígenas". Por fim, a Denise Carreira, de São Paulo, que também vai integrar a rede. Ela é coordenadora adjunta da Ação Educativa, uma organização fundada em 1994 pra "promover os direitos educativos e da juventude, tendo em vista a justiça social, a democracia participativa e o desenvolvimento sustentável no Brasil".

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