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23 agosto 2019 - 08h28Por Lívia Machado, Joel Silva

Ministro Ernesto Araújo revela intenção em abrir escritório do Itamaraty no Estado

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FOTO: CHICO RIBEIRO
 
Integrar os oceanos Atlântico e Pacífico para reduzir os custos e as distâncias como forma de facilitar o escoamento de produtos da América do Sul. Esse é o objetivo principal do corredor rodoviário bioceânico, tema de encontro realizado nos dias 21 e 22 aqui na Capital. 
 
A oitava reunião de trabalho contou com integrantes do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, e o encerramento realizado ontem contou com a presença do Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo.
 

Durante a agenda, o ministro Ernesto Araújo, afirmou, que pretende abrir um escritório do Itamaraty na Capital, para discutir especificamente questões que envolvam o corredor rodoviário, como forma de facilitar a articulação entre os países.

O ministro explicou ainda que, com a Rota Bioceânica, a partir da redução da burocracia e dos custos, o empresário passará a ser o protagonista no processo.

Conforme apresentado no evento, os custos de transporte de cargas podem ser reduzidos em até 49% até Antofagasta no Chile. O executivo estadual está otimista com o andamento dos trabalhos, uma vez que a ponte que liga Porto Murtinho a Carmelo Peralta no Paraguai, deve sair em breve. Para o governador, Reinaldo Azambuja, esse projeto vai garantir mais competitividade aos nossos produtos.

Importante lembrar que pelo menos 50% das cargas que saem do Mato Grosso do Sul seguem para mercados asiáticos, a Rota além de facilitar esse trajecto também vai proporcionar abertura para outros mercados como o norte-americano, o canadense, o japonês e de outros países do continente asiático.

 

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